quarta-feira, 28 de outubro de 2009

O que é NANOTECNOLOGIA? Onde ela está aplicada?

Esse é um tema moderno. Sempre estamos ouvindo falar desta palavra que até uns anos atrás nem existia no dicionário, pra falar a verdade acho que ainda nem está no dicionário.

Cada dia que passa, o tamanho dos celulares e também dos computadores tem diminuido, e o responsável, ou melhor, a responsável por essa diminuição é a NANOTECNOLOGIA. Para uma explicação mais informal, eu peço para você imaginar um prato de alumínio. Imaginou? Metira! Imagine, rapaz! Ajuda ae! Pronto.. agora sim! Agora, no seu pensamento (claro..!!!), pegue uma marreta e comece a bater no prato (DE ALUMÍNIO!!!) amassando o máximo possível. Perceba que você está amassando tanto que reduzio muito o tamanho do prato de alumínio, porém a massa permanece a mesma, ou seja, não há perda.

Depois dessa pequena viajem fica melhor o nosso estudo. A nanotecnologia é justamente isso: é a redução dos átomos! Reduzindo-se os átomos, a principal consequência é a redução dos aparelhos citados, celular e computador.

Formalizando um pouco o que foi dito, a nanotecnologia é a tecnologia que emprega instrumentos (e efeitos - geralmente da escala quântica) menores do que 100 nanômetros. Um nanômetro é equivalente a 0,00000001 m e está na escala de moléculas e átomos grandes. Percebam que este valor é extremamente pequeno.

As aplicações são várias. Desde a a manufatura de mirochips de computadores (muito menores e mais poderosos do que os atualmente em uso), até aplicações de nanocirurgias onde você pode focalizar um laser diretamente sobre um câncer ainda nas fases iniciais de formação.

Absorção do crack é maior do que a de drogas injetáveis

Droga chega ao cérebro em cerca de 10 segundos. Região responsável pelo controle do prazer é atingida.

Essa é uma reportagem extraída do site globo.com, muito interessante!

Absorção e efeito mais rápido, além de preço menor. A combinação faz do crack uma das drogas com maior potencial de dependência e de destruição. Comparada com a cocaína, ela chega com mais facilidade ao sistema nervoso central e seu uso pode se repetir por mais vezes.


Assim como a droga chega ao cérebro em cerca de 10 segundos, os resultados aparecem em pouco tempo: perda de capacidade cerebral. “O crack causa um nível de lesão cerebral signifcativo”, diz o psiquiatra Ronaldo Laranjeiras, coordenador da Unidade de Dependência de Álcool e Droga (UNIAD), do Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).

Ele explica que a superfície de contato dos pulmões com a droga fumada é muito maior quando comparada com a cocaína aspirada, o que facilita a absorção do crack. “A superfície de todo o tecido pulmonar pode ser do tamanho de uma quadra de tênis”, diz. “E depois de cheirar algumas vezes, há uma constrição nos vasos do septo nasal, o que dificulta a absorção da cocaína.”

“O crack atinge a região do córtex frontal, numa região responsável pelo controle do prazer”, explica o psiquiatra. “Quanto mais é fumada, mais a droga corrompe esse centro de prazer.”



Isso explica o comportamento popularmente chamado de “fissura”. Na ausência da droga, o organismo do viciado em crack passa a “pedir” por mais ativação do centro de prazer, o que após pouco tempo só é conseguido consumindo novamente a droga. “Qualquer droga que é absorvida por via pulmonar tem absorção muito mais eficiente, mais até do que se fosse injetada”


Laranjeira explica que em poucos dias, ou no máximo poucas semanas, o usuário se torna viciado. “Mesmo as pessoas que usam cocaína há anos podem se tornar viciadas em crack em pouquíssimo tempo”, diz.


Consequência

As conseqüências do vício foram medidas pela equipe do psiquiatra. Uma pesquisa realizada na Unifesp acompanhou uma amostra de usuário durante doze anos.

Para 30% deles a morte em situações violentas chegou dentro de um prazo máximo de cinco anos. “A vida do crack é uma vida no meio da violência, então a morte nessas condições é comum”, diz o médico.


De acordo com o levantamento da Unifesp, 40% dos usuários pararam de consumir a droga, 10% foram presos e 20% se tornaram usuários crônicos. “São pessoas com estilo de vida muito limitado e que podem continuar usando por dez, doze anos”, afirma.


Apesar de ser uma droga estimulante, o crack diminui a quantidade de sangue na região do córtex frontal. Isso pode causar outros problemas mentais como a esquizofrenia, a depressão e a ansiedade. “A pessoa pode desenvolver quadros paranóicos ou mais graves”, diz Laranjeira.