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sexta-feira, 18 de março de 2011

ENERGIA NUCLEAR - PARTE 1

Pra começar, o que é Energia Nuclear? Uma resposta bem prática é dizer que é a energia que vem do núcleo. Pronto. Mas como assim? Vamos lá que vou explicar tudo.

Aprendemos lá no 1º ano do Ensino Médio que existem diversos tipos de ligações químicas. Lembram? E que existia uma força de interação fortíssima chamada de Força Nuclear. Façamos o seguinte:

Vamos imaginar uma galinha com 40 pintinhos (LÁ ELE). Se você, discretamente, eu falei DISCRETAMENTE, retirar um pintinho da galinha, existiria uma grande chance dela não sentir falta. Esta foi a situação 1.



Vamos para uma segunda situação. Se, porventura, esta mesma galinha estiver somente com 3 pintinhos, mesmo que você seja o mais discreto possível, seria mais fácil ou mais difícil arrancar um pintinho da galinha? Creio que você falou MUITO mais difícil, e se estás pensando que realmente é muito mais difícil, vocês está pensando certo.



Estas duas situação que eu explanei são para afirmar que existe muita energia envolvida na hora que um átomo arranca um elétron de OUTRO átomo, porém, eu não conheço situações em que um átomo arranca um próton ou um neutron de outro átomo, pois este não tem energia suficiente para fazer isto. Então como conseguir arrancar um próton ou um neutron do núcleo deste átomo? O homem arranca, e esta energia liberada é que é a energia aproveitada para abastecer cidades "beneficiadas" pela Usina Nuclear. Mas como que o HOMEM consegue arrancar?

As usinas nucleares utilizam o princípio da fissão nuclear para gerar calor. Dentro do Reator Nuclear, centenas de varetas contendo material radioativo são fissionadas, liberando muito calor. Este calor irá aquecer a água (totalmente pura) que fica dentro do reator. Ela pode chegar á incríveis 1500°C a uma pressão de 157atm. Lembro a vocês que moramos numa pressão de 1 atm, isso no nível do mar. Essa água quente irá seguir por tubos, até o vaporizador, depois volta ao reator, completando o circuito primário.



No vaporizador, uma outra quantidade de água será fervida, pelo calor de tubos onde passam a água extremamente quente do reator. O vapor gerado sairá por canos, até onde ficam localizadas as turbinas e o gerador elétrico. O vapor d’água pode girar as pás das turbinas a uma velocidade de 1800rpm (rotações por minuto). Depois que o vapor executar sua função, ele segue para o condensador, onde vai virar água novamente e retornar ao vaporizador. Este é o chamado circuito secundário.

Para que o condensador transforme o vapor do circuito secundário em água, é necessário que ele seja abastecido de água fria. Essa água fria pode vir de rios e lagos próximos. Ao passar pelo condensador, esta água fica quente, necessitando ser resfriada nas torres de resfriamento (a maior parte de uma usina nuclear). Este é o circuito terciário (ou sistema de água de refrigeração).

Este é o processo para que a energia seja adquirida e consequentemente usada pelo homem. Porém, existe vantagens e desvantagens, o que a maioria das pessoas não tem o conhecimento.

Nas próximas postagens eu vou citar as principais vantagens e as principais desvantagens desta fonte de energia que está sendo tão comentada nos dias atuais.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

ECODESENVOLVIMENTO


Falamos tanto em investimentos no Brasil em fontes alternativas de energia e quando resolvemos verificar percebemos que existe SIM investimentos nesta área tão importante para o nosso conforto e segurança ecologica. Extraí um texto muito interessante do site ibahia.com que mostra que muitas pessoas serão beneficiadas com a geração de energia eólica, porém, algo que poderíamos discutir é quanto a poluição sonora que esta "coisa" vai provocar aos moradores da região. Boa leitura!




Bahia abrigará a construção de três parques eólicos

"Três parques eólicos com capacidade instalada de 30 MW (cada) entrarão em operação na Bahia até a segunda metade de 2013, segundo informou em nota o Enel Green Power, grupo da empresa italiana de energia elétrica Enel, que venceu um recente leilão para a construção dos empreendimentos.

Os parques eólicos serão batizados de Primavera, São Judas e Cristal, e terão capacidade de gerar mais de 390 mil MWh anuais, potência que pode suprir o consumo de 245 mil habitações e evitar as emissões de 270 mil toneladas de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera.

Segundo o Enel, os parques eólicos aproveitarão os incentivos dirigidos ao desenvolvimento da infraestrutura, em razão da condição semiárida da Bahia. Os empreendimentos deverão ser construídos nas cidades de Juazeiro, Sobradinho e Casa Nova. A empresa também adquiriu, junto a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), o direito de assinar um contrato de 20 anos para vender a eletricidade gerada pelas três fábricas a um preço indexado a 100% da inflação brasileira.

“Este resultado é muito importante para nós, dadas as excelentes qualidades de nossos projetos em termos de produtividade, competitividade de custo e retorno sobre investimento”, comemorou o presidente do Enel Green Power, Francesco Starace. “Além disso, estamos reforçando nossa presença no Brasil, [...] expandindo também nossa atividade na geração de energia. O Brasil é um grande mercado com recursos renováveis abundantes, e com uma demanda de energia que reflete uma economia em contínuo desenvolvimento”, acrescentou o executivo.

Ventos baianos

Não é a primeira vez que a Bahia desperta o interesse de grupos estrangeiros quando o assunto é a energia gerada através dos ventos. Você já havia visto aqui no EcoD que um parque eólico com capacidade de geração de 90 megawatts será construído no estado até julho de 2011. Em julho, o grupo industrial francês Alstom e a empresa brasileira de energias renováveis Desenvix, filial da Engevix, anunciaram a assinatura de um contrato de 100 milhões de euros (R$ 223,71 milhões) para a construção do empreendimento.

O complexo denominado Brotas de Macaúbas, mesmo nome do município onde será instalado, contará com 57 aerogeradores (capacidade de 1,67 megawatt cada), e terá três ramificações (Macaúbas, Novo Horizonte e Seabra). As peças principais serão fabricadas na Espanha e no Brasil."



Fonte: ibahia.com

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

O que é NANOTECNOLOGIA? Onde ela está aplicada?

Esse é um tema moderno. Sempre estamos ouvindo falar desta palavra que até uns anos atrás nem existia no dicionário, pra falar a verdade acho que ainda nem está no dicionário.

Cada dia que passa, o tamanho dos celulares e também dos computadores tem diminuido, e o responsável, ou melhor, a responsável por essa diminuição é a NANOTECNOLOGIA. Para uma explicação mais informal, eu peço para você imaginar um prato de alumínio. Imaginou? Metira! Imagine, rapaz! Ajuda ae! Pronto.. agora sim! Agora, no seu pensamento (claro..!!!), pegue uma marreta e comece a bater no prato (DE ALUMÍNIO!!!) amassando o máximo possível. Perceba que você está amassando tanto que reduzio muito o tamanho do prato de alumínio, porém a massa permanece a mesma, ou seja, não há perda.

Depois dessa pequena viajem fica melhor o nosso estudo. A nanotecnologia é justamente isso: é a redução dos átomos! Reduzindo-se os átomos, a principal consequência é a redução dos aparelhos citados, celular e computador.

Formalizando um pouco o que foi dito, a nanotecnologia é a tecnologia que emprega instrumentos (e efeitos - geralmente da escala quântica) menores do que 100 nanômetros. Um nanômetro é equivalente a 0,00000001 m e está na escala de moléculas e átomos grandes. Percebam que este valor é extremamente pequeno.

As aplicações são várias. Desde a a manufatura de mirochips de computadores (muito menores e mais poderosos do que os atualmente em uso), até aplicações de nanocirurgias onde você pode focalizar um laser diretamente sobre um câncer ainda nas fases iniciais de formação.