Dedicarei este espaço do meu blog para vocês questionarem, solicitarem questões, tirar dúvidas de questões propostas mas, principalmente, me enviarem o resumo dos trabalhos apresentados dentro da sala de aula, inclusive, se possível, com vídeos e fotos. Este será, também, um criterio de avaliação.
Estou realizando um trabalho pouco utilizado, porém, bastante conhecido. Vamos sair da sala de aula e interagir também por aqui para facilitar o aprendizado.
Abraço a todos e bom estudo!
domingo, 21 de agosto de 2011
sexta-feira, 18 de março de 2011
ENERGIA NUCLEAR - PARTE 1
Pra começar, o que é Energia Nuclear? Uma resposta bem prática é dizer que é a energia que vem do núcleo. Pronto. Mas como assim? Vamos lá que vou explicar tudo.
Aprendemos lá no 1º ano do Ensino Médio que existem diversos tipos de ligações químicas. Lembram? E que existia uma força de interação fortíssima chamada de Força Nuclear. Façamos o seguinte:
Vamos imaginar uma galinha com 40 pintinhos (LÁ ELE). Se você, discretamente, eu falei DISCRETAMENTE, retirar um pintinho da galinha, existiria uma grande chance dela não sentir falta. Esta foi a situação 1.

Vamos para uma segunda situação. Se, porventura, esta mesma galinha estiver somente com 3 pintinhos, mesmo que você seja o mais discreto possível, seria mais fácil ou mais difícil arrancar um pintinho da galinha? Creio que você falou MUITO mais difícil, e se estás pensando que realmente é muito mais difícil, vocês está pensando certo.

Estas duas situação que eu explanei são para afirmar que existe muita energia envolvida na hora que um átomo arranca um elétron de OUTRO átomo, porém, eu não conheço situações em que um átomo arranca um próton ou um neutron de outro átomo, pois este não tem energia suficiente para fazer isto. Então como conseguir arrancar um próton ou um neutron do núcleo deste átomo? O homem arranca, e esta energia liberada é que é a energia aproveitada para abastecer cidades "beneficiadas" pela Usina Nuclear. Mas como que o HOMEM consegue arrancar?
As usinas nucleares utilizam o princípio da fissão nuclear para gerar calor. Dentro do Reator Nuclear, centenas de varetas contendo material radioativo são fissionadas, liberando muito calor. Este calor irá aquecer a água (totalmente pura) que fica dentro do reator. Ela pode chegar á incríveis 1500°C a uma pressão de 157atm. Lembro a vocês que moramos numa pressão de 1 atm, isso no nível do mar. Essa água quente irá seguir por tubos, até o vaporizador, depois volta ao reator, completando o circuito primário.

No vaporizador, uma outra quantidade de água será fervida, pelo calor de tubos onde passam a água extremamente quente do reator. O vapor gerado sairá por canos, até onde ficam localizadas as turbinas e o gerador elétrico. O vapor d’água pode girar as pás das turbinas a uma velocidade de 1800rpm (rotações por minuto). Depois que o vapor executar sua função, ele segue para o condensador, onde vai virar água novamente e retornar ao vaporizador. Este é o chamado circuito secundário.
Para que o condensador transforme o vapor do circuito secundário em água, é necessário que ele seja abastecido de água fria. Essa água fria pode vir de rios e lagos próximos. Ao passar pelo condensador, esta água fica quente, necessitando ser resfriada nas torres de resfriamento (a maior parte de uma usina nuclear). Este é o circuito terciário (ou sistema de água de refrigeração).
Este é o processo para que a energia seja adquirida e consequentemente usada pelo homem. Porém, existe vantagens e desvantagens, o que a maioria das pessoas não tem o conhecimento.
Nas próximas postagens eu vou citar as principais vantagens e as principais desvantagens desta fonte de energia que está sendo tão comentada nos dias atuais.
Aprendemos lá no 1º ano do Ensino Médio que existem diversos tipos de ligações químicas. Lembram? E que existia uma força de interação fortíssima chamada de Força Nuclear. Façamos o seguinte:
Vamos imaginar uma galinha com 40 pintinhos (LÁ ELE). Se você, discretamente, eu falei DISCRETAMENTE, retirar um pintinho da galinha, existiria uma grande chance dela não sentir falta. Esta foi a situação 1.

Vamos para uma segunda situação. Se, porventura, esta mesma galinha estiver somente com 3 pintinhos, mesmo que você seja o mais discreto possível, seria mais fácil ou mais difícil arrancar um pintinho da galinha? Creio que você falou MUITO mais difícil, e se estás pensando que realmente é muito mais difícil, vocês está pensando certo.

Estas duas situação que eu explanei são para afirmar que existe muita energia envolvida na hora que um átomo arranca um elétron de OUTRO átomo, porém, eu não conheço situações em que um átomo arranca um próton ou um neutron de outro átomo, pois este não tem energia suficiente para fazer isto. Então como conseguir arrancar um próton ou um neutron do núcleo deste átomo? O homem arranca, e esta energia liberada é que é a energia aproveitada para abastecer cidades "beneficiadas" pela Usina Nuclear. Mas como que o HOMEM consegue arrancar?
As usinas nucleares utilizam o princípio da fissão nuclear para gerar calor. Dentro do Reator Nuclear, centenas de varetas contendo material radioativo são fissionadas, liberando muito calor. Este calor irá aquecer a água (totalmente pura) que fica dentro do reator. Ela pode chegar á incríveis 1500°C a uma pressão de 157atm. Lembro a vocês que moramos numa pressão de 1 atm, isso no nível do mar. Essa água quente irá seguir por tubos, até o vaporizador, depois volta ao reator, completando o circuito primário.

No vaporizador, uma outra quantidade de água será fervida, pelo calor de tubos onde passam a água extremamente quente do reator. O vapor gerado sairá por canos, até onde ficam localizadas as turbinas e o gerador elétrico. O vapor d’água pode girar as pás das turbinas a uma velocidade de 1800rpm (rotações por minuto). Depois que o vapor executar sua função, ele segue para o condensador, onde vai virar água novamente e retornar ao vaporizador. Este é o chamado circuito secundário.
Para que o condensador transforme o vapor do circuito secundário em água, é necessário que ele seja abastecido de água fria. Essa água fria pode vir de rios e lagos próximos. Ao passar pelo condensador, esta água fica quente, necessitando ser resfriada nas torres de resfriamento (a maior parte de uma usina nuclear). Este é o circuito terciário (ou sistema de água de refrigeração).
Este é o processo para que a energia seja adquirida e consequentemente usada pelo homem. Porém, existe vantagens e desvantagens, o que a maioria das pessoas não tem o conhecimento.
Nas próximas postagens eu vou citar as principais vantagens e as principais desvantagens desta fonte de energia que está sendo tão comentada nos dias atuais.
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quinta-feira, 9 de setembro de 2010
ECODESENVOLVIMENTO

Falamos tanto em investimentos no Brasil em fontes alternativas de energia e quando resolvemos verificar percebemos que existe SIM investimentos nesta área tão importante para o nosso conforto e segurança ecologica. Extraí um texto muito interessante do site ibahia.com que mostra que muitas pessoas serão beneficiadas com a geração de energia eólica, porém, algo que poderíamos discutir é quanto a poluição sonora que esta "coisa" vai provocar aos moradores da região. Boa leitura!
Bahia abrigará a construção de três parques eólicos
"Três parques eólicos com capacidade instalada de 30 MW (cada) entrarão em operação na Bahia até a segunda metade de 2013, segundo informou em nota o Enel Green Power, grupo da empresa italiana de energia elétrica Enel, que venceu um recente leilão para a construção dos empreendimentos.
Os parques eólicos serão batizados de Primavera, São Judas e Cristal, e terão capacidade de gerar mais de 390 mil MWh anuais, potência que pode suprir o consumo de 245 mil habitações e evitar as emissões de 270 mil toneladas de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera.
Segundo o Enel, os parques eólicos aproveitarão os incentivos dirigidos ao desenvolvimento da infraestrutura, em razão da condição semiárida da Bahia. Os empreendimentos deverão ser construídos nas cidades de Juazeiro, Sobradinho e Casa Nova. A empresa também adquiriu, junto a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), o direito de assinar um contrato de 20 anos para vender a eletricidade gerada pelas três fábricas a um preço indexado a 100% da inflação brasileira.
“Este resultado é muito importante para nós, dadas as excelentes qualidades de nossos projetos em termos de produtividade, competitividade de custo e retorno sobre investimento”, comemorou o presidente do Enel Green Power, Francesco Starace. “Além disso, estamos reforçando nossa presença no Brasil, [...] expandindo também nossa atividade na geração de energia. O Brasil é um grande mercado com recursos renováveis abundantes, e com uma demanda de energia que reflete uma economia em contínuo desenvolvimento”, acrescentou o executivo.
Ventos baianos
Não é a primeira vez que a Bahia desperta o interesse de grupos estrangeiros quando o assunto é a energia gerada através dos ventos. Você já havia visto aqui no EcoD que um parque eólico com capacidade de geração de 90 megawatts será construído no estado até julho de 2011. Em julho, o grupo industrial francês Alstom e a empresa brasileira de energias renováveis Desenvix, filial da Engevix, anunciaram a assinatura de um contrato de 100 milhões de euros (R$ 223,71 milhões) para a construção do empreendimento.
O complexo denominado Brotas de Macaúbas, mesmo nome do município onde será instalado, contará com 57 aerogeradores (capacidade de 1,67 megawatt cada), e terá três ramificações (Macaúbas, Novo Horizonte e Seabra). As peças principais serão fabricadas na Espanha e no Brasil."
Fonte: ibahia.com
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sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Aproximação e pouso em Salvador, Bahia
Vocês devem estar se perguntando.. o que este vídeo tem a ver com a Física??? Nada.. é somente pra eu divulgar a minha linda cidade: Salvador!!! Pois é... estou com saudades.
Abraços a todos!!!
Abraços a todos!!!
terça-feira, 22 de junho de 2010
PROPAGAÇÃO RETILÍNEA DA LUZ
Um dos estudos mais bonitos que existe na Física é exatamente no que diz respeito à luz. Este é um estudo tão detalhado, difícil e minuncioso que até Deus ficou surpreso quando viu a luz pela primeira vez:
"E disse Deus: Haja luz; e houve luz. E viu Deus que a luz era boa!!!" Gen 1;3e4
Não a toa que este estudo nos trouxe inúmeros benefícios, tanto que podemos dizer que vivemos num mundo moderno. Contudo, hoje eu quero somente mencionar um dos princípios da luz, que se chama PRINCÍPIO DE PROPAGAÇÃO RETILÍNEA DA LUZ, o qual diz que a luz se propaga em linha reta em meio homogêneo e transparente. Achei essa foto logo abaixo que fala melhor do que 1523 palavras. No mais, um abraço a todos os que leem meus textos e me mandam mensagem com comentários.
Um dos estudos mais bonitos que existe na Física é exatamente no que diz respeito à luz. Este é um estudo tão detalhado, difícil e minuncioso que até Deus ficou surpreso quando viu a luz pela primeira vez:
"E disse Deus: Haja luz; e houve luz. E viu Deus que a luz era boa!!!" Gen 1;3e4
Não a toa que este estudo nos trouxe inúmeros benefícios, tanto que podemos dizer que vivemos num mundo moderno. Contudo, hoje eu quero somente mencionar um dos princípios da luz, que se chama PRINCÍPIO DE PROPAGAÇÃO RETILÍNEA DA LUZ, o qual diz que a luz se propaga em linha reta em meio homogêneo e transparente. Achei essa foto logo abaixo que fala melhor do que 1523 palavras. No mais, um abraço a todos os que leem meus textos e me mandam mensagem com comentários.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Abaixo o impedimento
É ano de Copa do Mundo e como eu sou super apoixonado por futebol, resolvi colocar uma postagem falando de...??? Isso mesmo: FUTEBOL!!! Vamos lá:
Quando apontam o impedimento de um atacante do time que torcemos os bandeirinhas estão roubando o jogo descaradamente. Mas, se você é do tipo frio e imparcial, vai querer saber qual a razão real para os bandeirinhas errarem com tanta frequência. A resposta mais simples para essa pergunta é: eles erram porque a regra do impedimento é um tanto absurda.
Para começar, se você for ler o manual da Fifa vai constatar que a regra do impedimento começa com a seguinte frase: "O impedimento não é falta".
Isto é, antes mesmo de dizer o que é o impedimento, somos informados de que ele não é falta. Portanto, um jogador pode passar o jogo todo em posição de impedimento e o juiz nada pode nem deve fazer. Só se esse jogador cair na besteira de tentar fazer um gol é que o juiz deve interromper o jogo com seu apito.
Depois, a regra diz que o impedimento ocorre quando o atacante está além do último defensor do time adversário (sem contar o goleiro) no exato momento em que a bola é lançada. E a irregularidade só se configura se esse atacante receber essa bola. Em outras palavras, o bandeirinha não deve levantar sua bandeira quando a bola é lançada, mesmo se houver vários jogadores impedidos. Ele tem de esperar que a bola chegue a alguém e só deve se manifestar se esse alguém estava impedido no momento do chute. É fácil?
É complicação demais para o pobre bandeirinha (hoje chamado de "auxiliar") que não tem olhos apontando para duas direções independentes ao mesmo tempo e que precisa tomar uma decisão de importância fundamental ao resultado do jogo em algo como um milissegundo.

Se o bandeirinha está em uma posição como essa mostrada na figura, é provável que ele erre e levante a bandeira achando que o atacante está à frente do último defensor - quando não está. A posição ideal para ele seria estar sempre na mesma linha do último defensor, mas isso é um tanto utópico em um jogo de atletas cada vez mais velozes.
Existe um cálculo que diz que os bandeirinhas erram em torno de 10 % das vezes, ao marcar impedimentos. Será? Quem assiste futebol com regularidade tende a pensar que essa percentagem deve ser bem maior.
Como fazer para melhorar esse índice? Palpites não faltam. O mais comum sugere que a linha da grande área seja prolongada até as laterais e que só haveria impedimento após essa linha. Isso poderia diminuir o erro ilustrado na figura acima, mas, certamente não acabaria com todos os erros. Outra sugestão mais radical é simplesmente acabar com a regra e deixar a banheira correr livre. Isso faria resultados do tipo 15 a 9 ficarem corriqueiros. Quem é contra, acha que isso iria banalizar o gol, eu não acho, pois é muito melhor do que os 0 a 0 da vida por aí.
Só que não é fácil convencer os velhinhos da Fifa.
Quando apontam o impedimento de um atacante do time que torcemos os bandeirinhas estão roubando o jogo descaradamente. Mas, se você é do tipo frio e imparcial, vai querer saber qual a razão real para os bandeirinhas errarem com tanta frequência. A resposta mais simples para essa pergunta é: eles erram porque a regra do impedimento é um tanto absurda.
Para começar, se você for ler o manual da Fifa vai constatar que a regra do impedimento começa com a seguinte frase: "O impedimento não é falta".
Isto é, antes mesmo de dizer o que é o impedimento, somos informados de que ele não é falta. Portanto, um jogador pode passar o jogo todo em posição de impedimento e o juiz nada pode nem deve fazer. Só se esse jogador cair na besteira de tentar fazer um gol é que o juiz deve interromper o jogo com seu apito.
Depois, a regra diz que o impedimento ocorre quando o atacante está além do último defensor do time adversário (sem contar o goleiro) no exato momento em que a bola é lançada. E a irregularidade só se configura se esse atacante receber essa bola. Em outras palavras, o bandeirinha não deve levantar sua bandeira quando a bola é lançada, mesmo se houver vários jogadores impedidos. Ele tem de esperar que a bola chegue a alguém e só deve se manifestar se esse alguém estava impedido no momento do chute. É fácil?
É complicação demais para o pobre bandeirinha (hoje chamado de "auxiliar") que não tem olhos apontando para duas direções independentes ao mesmo tempo e que precisa tomar uma decisão de importância fundamental ao resultado do jogo em algo como um milissegundo.

Se o bandeirinha está em uma posição como essa mostrada na figura, é provável que ele erre e levante a bandeira achando que o atacante está à frente do último defensor - quando não está. A posição ideal para ele seria estar sempre na mesma linha do último defensor, mas isso é um tanto utópico em um jogo de atletas cada vez mais velozes.
Existe um cálculo que diz que os bandeirinhas erram em torno de 10 % das vezes, ao marcar impedimentos. Será? Quem assiste futebol com regularidade tende a pensar que essa percentagem deve ser bem maior.
Como fazer para melhorar esse índice? Palpites não faltam. O mais comum sugere que a linha da grande área seja prolongada até as laterais e que só haveria impedimento após essa linha. Isso poderia diminuir o erro ilustrado na figura acima, mas, certamente não acabaria com todos os erros. Outra sugestão mais radical é simplesmente acabar com a regra e deixar a banheira correr livre. Isso faria resultados do tipo 15 a 9 ficarem corriqueiros. Quem é contra, acha que isso iria banalizar o gol, eu não acho, pois é muito melhor do que os 0 a 0 da vida por aí.
Só que não é fácil convencer os velhinhos da Fifa.
quarta-feira, 10 de março de 2010
Ilusão de Distância
Observe a figura abaixo:

A linha que está embaixo parece ser menor que a linha situada acima. Mas ambas apresentam o mesmo tamanho.
Isso acontece porque o sistema visual usa o ângulo entre as duas retas laterais para estimar o ângulo do nosso olhar em relação ao solo, dando a impressão que a linha de baixo está mais próxima.
Mas, se ambas têm a mesma aparência visual e a linha de cima está mais longe, então ela deve ser na realidade mais longa. E é assim mesmo que a vemos. O sistema visual se engana pois ele apresenta a capacidade de “perspectiva” que tem como objetivo manter a “constância” do tamanho dos objetos.

A linha que está embaixo parece ser menor que a linha situada acima. Mas ambas apresentam o mesmo tamanho.
Isso acontece porque o sistema visual usa o ângulo entre as duas retas laterais para estimar o ângulo do nosso olhar em relação ao solo, dando a impressão que a linha de baixo está mais próxima.
Mas, se ambas têm a mesma aparência visual e a linha de cima está mais longe, então ela deve ser na realidade mais longa. E é assim mesmo que a vemos. O sistema visual se engana pois ele apresenta a capacidade de “perspectiva” que tem como objetivo manter a “constância” do tamanho dos objetos.
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