Esse é um tema moderno. Sempre estamos ouvindo falar desta palavra que até uns anos atrás nem existia no dicionário, pra falar a verdade acho que ainda nem está no dicionário.
Cada dia que passa, o tamanho dos celulares e também dos computadores tem diminuido, e o responsável, ou melhor, a responsável por essa diminuição é a NANOTECNOLOGIA. Para uma explicação mais informal, eu peço para você imaginar um prato de alumínio. Imaginou? Metira! Imagine, rapaz! Ajuda ae! Pronto.. agora sim! Agora, no seu pensamento (claro..!!!), pegue uma marreta e comece a bater no prato (DE ALUMÍNIO!!!) amassando o máximo possível. Perceba que você está amassando tanto que reduzio muito o tamanho do prato de alumínio, porém a massa permanece a mesma, ou seja, não há perda.
Depois dessa pequena viajem fica melhor o nosso estudo. A nanotecnologia é justamente isso: é a redução dos átomos! Reduzindo-se os átomos, a principal consequência é a redução dos aparelhos citados, celular e computador.
Formalizando um pouco o que foi dito, a nanotecnologia é a tecnologia que emprega instrumentos (e efeitos - geralmente da escala quântica) menores do que 100 nanômetros. Um nanômetro é equivalente a 0,00000001 m e está na escala de moléculas e átomos grandes. Percebam que este valor é extremamente pequeno.
As aplicações são várias. Desde a a manufatura de mirochips de computadores (muito menores e mais poderosos do que os atualmente em uso), até aplicações de nanocirurgias onde você pode focalizar um laser diretamente sobre um câncer ainda nas fases iniciais de formação.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Absorção do crack é maior do que a de drogas injetáveis
Droga chega ao cérebro em cerca de 10 segundos. Região responsável pelo controle do prazer é atingida.
Essa é uma reportagem extraída do site globo.com, muito interessante!
Absorção e efeito mais rápido, além de preço menor. A combinação faz do crack uma das drogas com maior potencial de dependência e de destruição. Comparada com a cocaína, ela chega com mais facilidade ao sistema nervoso central e seu uso pode se repetir por mais vezes.
Assim como a droga chega ao cérebro em cerca de 10 segundos, os resultados aparecem em pouco tempo: perda de capacidade cerebral. “O crack causa um nível de lesão cerebral signifcativo”, diz o psiquiatra Ronaldo Laranjeiras, coordenador da Unidade de Dependência de Álcool e Droga (UNIAD), do Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).
Ele explica que a superfície de contato dos pulmões com a droga fumada é muito maior quando comparada com a cocaína aspirada, o que facilita a absorção do crack. “A superfície de todo o tecido pulmonar pode ser do tamanho de uma quadra de tênis”, diz. “E depois de cheirar algumas vezes, há uma constrição nos vasos do septo nasal, o que dificulta a absorção da cocaína.”
“O crack atinge a região do córtex frontal, numa região responsável pelo controle do prazer”, explica o psiquiatra. “Quanto mais é fumada, mais a droga corrompe esse centro de prazer.”
Isso explica o comportamento popularmente chamado de “fissura”. Na ausência da droga, o organismo do viciado em crack passa a “pedir” por mais ativação do centro de prazer, o que após pouco tempo só é conseguido consumindo novamente a droga. “Qualquer droga que é absorvida por via pulmonar tem absorção muito mais eficiente, mais até do que se fosse injetada”
Laranjeira explica que em poucos dias, ou no máximo poucas semanas, o usuário se torna viciado. “Mesmo as pessoas que usam cocaína há anos podem se tornar viciadas em crack em pouquíssimo tempo”, diz.
Consequência
As conseqüências do vício foram medidas pela equipe do psiquiatra. Uma pesquisa realizada na Unifesp acompanhou uma amostra de usuário durante doze anos.
Para 30% deles a morte em situações violentas chegou dentro de um prazo máximo de cinco anos. “A vida do crack é uma vida no meio da violência, então a morte nessas condições é comum”, diz o médico.
De acordo com o levantamento da Unifesp, 40% dos usuários pararam de consumir a droga, 10% foram presos e 20% se tornaram usuários crônicos. “São pessoas com estilo de vida muito limitado e que podem continuar usando por dez, doze anos”, afirma.
Apesar de ser uma droga estimulante, o crack diminui a quantidade de sangue na região do córtex frontal. Isso pode causar outros problemas mentais como a esquizofrenia, a depressão e a ansiedade. “A pessoa pode desenvolver quadros paranóicos ou mais graves”, diz Laranjeira.
Essa é uma reportagem extraída do site globo.com, muito interessante!
Absorção e efeito mais rápido, além de preço menor. A combinação faz do crack uma das drogas com maior potencial de dependência e de destruição. Comparada com a cocaína, ela chega com mais facilidade ao sistema nervoso central e seu uso pode se repetir por mais vezes.
Assim como a droga chega ao cérebro em cerca de 10 segundos, os resultados aparecem em pouco tempo: perda de capacidade cerebral. “O crack causa um nível de lesão cerebral signifcativo”, diz o psiquiatra Ronaldo Laranjeiras, coordenador da Unidade de Dependência de Álcool e Droga (UNIAD), do Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).
Ele explica que a superfície de contato dos pulmões com a droga fumada é muito maior quando comparada com a cocaína aspirada, o que facilita a absorção do crack. “A superfície de todo o tecido pulmonar pode ser do tamanho de uma quadra de tênis”, diz. “E depois de cheirar algumas vezes, há uma constrição nos vasos do septo nasal, o que dificulta a absorção da cocaína.”
“O crack atinge a região do córtex frontal, numa região responsável pelo controle do prazer”, explica o psiquiatra. “Quanto mais é fumada, mais a droga corrompe esse centro de prazer.”
Isso explica o comportamento popularmente chamado de “fissura”. Na ausência da droga, o organismo do viciado em crack passa a “pedir” por mais ativação do centro de prazer, o que após pouco tempo só é conseguido consumindo novamente a droga. “Qualquer droga que é absorvida por via pulmonar tem absorção muito mais eficiente, mais até do que se fosse injetada”
Laranjeira explica que em poucos dias, ou no máximo poucas semanas, o usuário se torna viciado. “Mesmo as pessoas que usam cocaína há anos podem se tornar viciadas em crack em pouquíssimo tempo”, diz.
Consequência
As conseqüências do vício foram medidas pela equipe do psiquiatra. Uma pesquisa realizada na Unifesp acompanhou uma amostra de usuário durante doze anos.
Para 30% deles a morte em situações violentas chegou dentro de um prazo máximo de cinco anos. “A vida do crack é uma vida no meio da violência, então a morte nessas condições é comum”, diz o médico.
De acordo com o levantamento da Unifesp, 40% dos usuários pararam de consumir a droga, 10% foram presos e 20% se tornaram usuários crônicos. “São pessoas com estilo de vida muito limitado e que podem continuar usando por dez, doze anos”, afirma.
Apesar de ser uma droga estimulante, o crack diminui a quantidade de sangue na região do córtex frontal. Isso pode causar outros problemas mentais como a esquizofrenia, a depressão e a ansiedade. “A pessoa pode desenvolver quadros paranóicos ou mais graves”, diz Laranjeira.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Por que quando deixamos a garrafa de refrigerante aberta o gás escapa?
Este é um assunto de extrema importência, pois não tem coisa mais horrível que tomar coca-cola sem gás, então vamos ao conceito! São dois os fatores que influenciam a dissolução do gás carbônico nos refrigerantes: a temperatura e a pressão. Quanto maior a pressão e menor a temperatura mais o gás fica dissolvido no líquido. Depois de aberta, a pressão no interior da garrafa cai e isso favorece a saída do gás do líquido, e se a temperatura for alta, maior é o escape. Assim, é conveniente manter a garrafa em baixa temperatura e muito bem tampada para manter a pressão alta e evitar o gás escape. Lembre-se como é gostoso tomar uma coca-cola beeeem gelada, dá uma impressão que ela está cheia de gás, justamente por isso, o gás não teve energia suficiente para escapar.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
O forno de micro-ondas é prejudicial à saúde ou isso é uma lenda urbana?
Resolvi postar esse comentários pois foi uma dúvida que tive nesta semana em uma das minhas aulas na Federal e quero compartilhar o resultado da minha pesquisa.
Esta é mais uma Lenda Urbana, porém com um fundo de verdade. A radiação emtida pelo Magnetron (gerador de ondas) de um forno de micro-ondas é da faixa de radiação de eletromagnetismo associado às moléculas de água. Fazendo-as "vibrar", o equipamento aquece (e cozinha) o alimento. É claro que o corpo humano, composto de muita água, se for exposto às radiações, vai, no mínimo, sofrer sérias queimaduras. Por isso, o forno de microondas é feito como uma "Gaiola de Faraday", para que as micro-ondas fiquem só em seu interior. Se o isolamento da porta do forno não estiver perfeito... vai sobrar para quem estiver à frente. Mas, de maneira geral, isso realmente é Lenda Urbana! E como curiosidade, como a faixa de radiação do forno é a mesma da água, pode-se perceber que só é esquentado o alimento, animal, suco etc que contiver água, ou seja, bote um prato vazio dentro do micro-ondas por 1h que ainda assim ele não terá sua temperatura variada (aumentada).
Esta é mais uma Lenda Urbana, porém com um fundo de verdade. A radiação emtida pelo Magnetron (gerador de ondas) de um forno de micro-ondas é da faixa de radiação de eletromagnetismo associado às moléculas de água. Fazendo-as "vibrar", o equipamento aquece (e cozinha) o alimento. É claro que o corpo humano, composto de muita água, se for exposto às radiações, vai, no mínimo, sofrer sérias queimaduras. Por isso, o forno de microondas é feito como uma "Gaiola de Faraday", para que as micro-ondas fiquem só em seu interior. Se o isolamento da porta do forno não estiver perfeito... vai sobrar para quem estiver à frente. Mas, de maneira geral, isso realmente é Lenda Urbana! E como curiosidade, como a faixa de radiação do forno é a mesma da água, pode-se perceber que só é esquentado o alimento, animal, suco etc que contiver água, ou seja, bote um prato vazio dentro do micro-ondas por 1h que ainda assim ele não terá sua temperatura variada (aumentada).
Por que quando uma garrafa de cerveja é pêga pelo meio ela congela?
Isso se chama equilíbrio metastásico. Quando você põe uma garrafa de cerveja (ou uma lata de refri, ou uma garrafa d´água) no congelador, a água vai se contrair muito até os 4 graus Celsius. Daí até os 0 graus ela vai se dilatar (é algo muito peculiar da água) ficará gelada, mas até passar dos 4 graus ela não congela. No entanto é possível que, embora a temperatura do freezer esteja a -5 graus, a água não tenha congelado ainda, porque as pontes de hidrogênio (que formam a estrutura da água, com os H ligando-se aos O de outras moléculas e vice-versa) não se reorganizaram na estrutura cristalina do gelo. Esse é o equilíbrio metastásico: não era para acontecer, já era pra ter congelado, mas está daquele jeito por um fio. Por isso que, quando há uma alteração brusca no sistema (agarrar a garrafa pelo meio ou balançá-la, por exemplo) ele assume a forma que deveria, e a cerveja congela. Reparou que garçons de restaurantes pegam a garrafa do freezer com todo o cuidado, sem agarrar no meio dela? É para evitar que ela congele e o vidro (que tem coeficiente de dilatação muito baixo, mas isso é outra história) se parta. O equilíbrio metastásico ocorre também em soluções supersaturadas. As saturadas são aquelas em que fica "corpo de chão" (o açúcar no fundo da xícara), mas se você as aquece e as resfria rapidamente não haverá corpo de chão mesmo que devesse. Mas um toque pode, claro, fazer com que tudo se deposite.
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